Diário dos Jogadores
Diário dos Jogadores
1x01 -Meus vizinhos são um inferno parte 1
O guerreiro, a clériga e o Bardo ganharam 3xp
O Guerreiro e o bardo ganharam 2xp pelo resumo
Sob o sol impiedoso que banhava a praça central, Andreas Kaiser ajustou as tiras de sua armadura enquanto Milo, seu leão de juba vasta, observava o movimento com olhos dourados e atentos.
O plano era simples: negociar especiarias, firmar acordos comerciais e, com sorte, encher a bolsa de moedas. No entanto, o destino em DaSilva costuma trocar o ouro pelo aço.
Ao abordar um mercador de especiarias, a conversa rapidamente azedou. "Não há cravo ou canela que valha a pena, senhor," lamentou o homem, as mãos tremendo. "Uma horda vil está varrendo a região. Eles não apenas saqueiam; eles aniquilam. É diferente de tudo que já vimos de orcs ou bandidos comuns."
Andreas, movido por um senso de dever (e pela promessa de uma recompensa generosa), aceitou o contrato. Ele não buscaria apenas mercadorias; buscaria respostas.
O Encontro no Monastério Oculto
Seguindo por uma estrada envolta em brumas que desafiavam o sol, Andreas deparou-se com uma construção imponente que parecia ter brotado da própria rocha: um monastério antigo e desconhecido. Ali, ele esperava encontrar a influência dos elfos e a sabedoria dos clérigos, aliados vitais para o vilarejo de DaSilva.
Lá dentro, o destino reuniu um grupo improvável:
O Cavaleiro e sua Escudeira: Guardiões de honra inabalável.
A Clériga de Angelus: Uma serva da mesma divindade que Andreas seguia, cuja luz parecia afastar as sombras do lugar.
O Sacerdote Ancião: Guardião de segredos que o mundo preferia esquecer.
Foi o ancião quem deu nome ao mal: Lucifernus. A horda não buscava riquezas, mas sim realizar rituais profanos, utilizando magia necromântica e corpos caídos para abrir fendas no Abismo e trazer de volta horrores ancestrais.
Curiosidade e Convicção
Enquanto o grupo planejava a resistência, Andreas cruzou o caminho de um monge peculiar. O homem dedicava-se à arte de destilar e purificar a água em processos alquímicos complexos.
Andreas observou o brilho do líquido cristalino e, embora o monge guardasse o segredo da técnica a sete chaves, o espírito empreendedor do guerreiro disparou.
Se sobrevivermos, pensou ele, essa água pura valerá mais que ouro no deserto.
A Batalha de DaSilva
O grupo partiu em uma jornada diplomática pelas vilas vizinhas. A mensagem era clara: "Se DaSilva cair, todos vocês serão os próximos." O medo transformou-se em coragem, e uma milícia improvisada seguiu os heróis de volta ao vilarejo.
O ataque da horda vil foi uma tempestade de fúria e sombras. Criaturas reanimadas e fanáticos de Lucifernus chocaram-se contra as defesas de DaSilva. Andreas e Milo lutaram como uma única entidade; o rugido do leão e o clangor da espada de Kaiser mantiveram a linha de frente. A clériga de Angelus banhava o campo com luz divina, desfazendo as magias sombrias que tentavam erguer os mortos.
A vitória foi suada, mas absoluta. A horda foi repelida, e um alto oficial do culto foi capturado vivo. Sob escolta pesada, o prisioneiro foi enviado para a Capital Clerical do Império para interrogatório.
O Próximo Passo: As Areias Escaldantes
A paz em DaSilva é apenas um fôlego antes da tempestade.
O rastro de Lucifernus aponta para o sul, para as dunas implacáveis do deserto vizinho. Andreas Kaiser, Milo e seus novos aliados agora preparam as provisões.
Eles sabem que, nas areias, o inimigo não será apenas a magia negra, mas o próprio sol que um dia os guiou àquela praça.
1x02 -Meus vizinhos são um inferno parte 2
O guerreiro, a clériga e o Bardo ganharam 3xp
O Guerreiro e o bardo ganharam 2xp pelo resumo
O Bardo gastou 5xp para pegar vontade 6
Resumo do Bardo
Os 3 voltaram para o templo de Ângelus e conseguiram um mapa com um sacerdote chamado Joshua.
Eles foram alertados que o caminho até a grande pirâmide seria uma jornada intensa com calor intenso. Foi dito que na Cidade Fronteiriça havia um posto comercial com guias, ele recomendou que eles fossem até a Guilda dos Viajantes para encontrar um de confiança.
Depois de 7 dias eles chegaram na cidade. Eles foram para uma hospedaria chamada Mansidão do Deserto que aceitava cuidar de animais exóticos, era um local onde eles bebiam chá e não álcool por causa do calor. O bardo decidiu tocar no bar como agradecimento, animando todos os presentes.
No café do dia seguinte, enquanto conversavam com o estalajadeiro ele contou sobre os Pregadores do deserto. Ele disse sobre um humano chamado de Andarilho Solitário (Belchior) que tinha um amigo chamado Fagner. Ele havia sido contratado por contrabandistas e perdeu a carga deles e agora devia muito dinheiro com prazo
Na guilda, o cara tomou guia-los até a Piramide dos espíritos antigos do mal, eles pechincharam a travessia em 2 talentos de ida e 2 de volta, mas os tesouros encontrados seriam compartilhados.
Ele recomendou que os elfos escondessem quem são se encontrassem elfos do deserto ou orcs.
Os dois guias queriam que os aventureiros ficassem de guarda após a refeição para eles dormirem.
Os caras fizeram um guisado de bode e um suco de uma fruta que ninguém havia ouvido falar: Laranja do deserto. Enquanto sentavam ao redor da fogueira, o elfo fez uma musiquinha para revigorar todos.
Após a refeição, enquanto faziam o turno, o bárbaro foi brincar com o leão e o elfo foi cuidar dos cavalos, até que Auriale viu alguém se aproximando ao longe.
O elfo falou com uma raposa do deserto próxima que foi até o homem ajudar identificar o que era, ela disse que era só um moribundo depois de ter esclarecido a área em troca de comida.
Auriale disse que sua religião demandava que ela ajudasse os outros e fez uma magia para curar seus ferimentos.
O elfo foi até lá buscar até o homem e levou-o até a fogueira e tocou Bandolins de Oswaldo Montenegro enquanto os outros o colocaram junto ao fogo para comer e deram uma cobertinha para ele. A música do cavaleiro o revigorou e o deixou mais amigável.
O cara contou que a caravana dele foi atacada perto da pirâmide no dia anterior.
Ele atravessou o deserto sozinho, por isso estava tão mal. A descrição dele batia com os servos de Luceferius.
O cara contou uma lenda que o povo dele fez parte de um grande reino, uma utopia com água abundante e onde elfos, humanos e orcs viviam em harmonia e Auriale se lembrou de uma guerra que batia com a estória, que ocorreu há séculos. Só uma cidade estado que restou no deserto daquele reino: Esperança do Deserto.
Ele disse que se caminhassem pelo deserto poderiam ter chance de encontrarem ruínas das outras cidades.
Eles seguiram viagem no outro dia, a elfa achava que eles precisavam da pirâmide para abrir o local onde os deuses antigos deles estão.
Eles foram até uma caverna próxima para aguardar a noite e deixar os veículos e animais.
O cavaleiro usou sua magia para invocar um animal que pudessem conversar e apareceu um coiote. O coiote falou que lá tinha um espirito encarnado que devorava humanos dentro da pirâmide.
Quando chegou à noite, a clériga usou seus poderes para invocar a benção de Ângelus na área, impedindo que as lanças mágicas de Luceferius funcionassem.
Em seguida houve a Mensagem do elfo, que com uma música avisou todos os 10.000 presos que seus captores estavam sem poderes e deu a eles a capacidade de ver no escuro.
Aproveitando a confusão eles foram para a pirâmide. Dentro encontraram um monstro de corpo humanoide e cabeça de coruja, que disse: “Como ousam entrar no templo de Moloch, servo de luceferius?!” Ele fez um tremor que os derrubou e cobriu eles de escombros.
O bardo tocou uma música e arremessou os escombros de volta no monstro que caiu e perdeu o turno.
O bárbaro atirou uma flecha certeira na costela de Moloch.
A clériga descobriu um local que se acertassem poderia derrubar a estrutura em cima do monstro, ela foi até la e começou a bater no local.
O monstro gastou o turno se levantando e foi até a elfa.
O cavaleiro usou a música que fez as pedras atingirem o monstro e o local que fez o teto começar a desabar.
O bárbaro foi ajudar a elfa a sair do local da queda.
O monstro precisou gastar o turno para se levantar novamente.
O elfo fez uma arvore de carvalho gigantesca surgir e as raízes se entrelaçarem e prender o monstro.
O bárbaro correu e deu um golpe em cheio na barriga do monstro com sua lança, que abriu um corte profundo.
A elfa viu que parecia que a pirâmide estava tremendo e levitando e decidiu pedir ajuda ao seu deus, ela viu se materializar um sacerdote de capuz.
Eles apareceram na entrada do templo, no chão do lado de fora. Atrás deles eles viram os soldados edenianos e a escudeira acompanhada de 100 cavaleiros na frente a pirâmide no ar.
Uma mão gigante surgiu abrindo um rasgo no espaço, pegou a pirâmide como se fosse um brinquedo, a virou a pirâmide ao contrário e a arremessou no chão.
O bardo sentiu que havia uma energia remanescente ainda, o bicho parecia que não havia caído.
Ele decidiu tocar a música das tempestades que cobriu o deserto de nuvens.
Em meio a chuva torrencial, relâmpagos incessantes golpeavam o local onde o monstro havia caído até que finalmente ele se extinguiu.
Os guerreiros se juntaram para deter os inimigos remanescentes enquanto a clériga pregava sobre Ângelus, reuniram as lanças numa carroça e as queimarem.
Eles não tinham muita coisa, parecia que o monstro comia os escravos e dava coisas de volta para os servos, por isso não tinha muita coisa no local.
Entre os sobreviventes, alguns decidiram seguir até Edenia enquanto os outros voltavam para suas casas.
Eles conseguiram encontrar o equivalente a 5 talentos de ouro e com uma música, o elfo cavaleiro invocou as riquezas que vieram saltitando como se fossem ratinhos de Hamelin do meio dos escombros o que lhes rendeu +10 talentos de ouro, dividido por 5 os 15, renderam 3 talentos para cada.
O elfo tentou unificar os cavaleiros para juntarem o máximo de servos vivos quanto fosse possível para serem julgados em Edenia.
Resumo do Guerreiro
O Despertar da Pirâmide Negra
A areia do deserto não perdoa os fracos, mas para o guerreiro Andreus e seu majestoso leão branco, Milo, aquele cenário era apenas mais um campo de provas. Nossa missão nesta semana era clara: rastrear a semente do mal que brotava entre as dunas.
O Chamado no Templo
No Templo de Ângelus, o ar era pesado com o cheiro de incenso e presságios.
O Monge Joshua nos estendeu mapas antigos com mãos trêmulas, indicando o posto comercial na fronteira do Mar de Areia. Lá, em uma guilda vibrante de mercenários, nosso bardo Klein dedilhou seu alaúde, transformando a tensão em festa.
Foi entre um acorde e outro que selamos nosso destino com o andarilho Belchior e seu imponente aliado Orc, garantindo nosso lugar na caravana que partiria ao amanhecer.
Sombras na Areia
A jornada sob o sol escaldante testou nossa resistência, mas era à noite que o verdadeiro horror se revelava. Ao pé de uma fogueira moribunda, socorremos um viajante à beira da morte.
Suas últimas palavras foram um aviso: uma Pirâmide Negra erguia-se no coração do vazio, guardada por sentinelas sinistros com cabeças de coruja.
Ao avistarmos a estrutura colossal, o contraste era absoluto: o brilho alvo da pelagem de Milo cortava a escuridão como um farol de esperança.
Com a Dádiva de Ângelus correndo em nossas veias, Andreus liderou a investida. Enquanto o grupo desarmava os guardas e libertava os cativos das correntes, o rugido de Milo ecoava pelas galerias de pedra, paralisando os inimigos com o puro som da justiça.
O Confronto Final: Contra o Gigante
No âmago da pirâmide, o ar se tornou frio. Lá estava Moloc, o gigante com cabeça de coruja, uma abominação de força descomunal. A luta foi uma dança de aço e garras.
O guerreiro e o leão agiam como um único ser. Enquanto Andreus bloqueava os golpes massivos do gigante com seu escudo, criando aberturas estratégicas, Milo saltava sobre as sombras, suas presas brilhando sob a luz mágica.
A batalha foi acirrada, cada golpe de Moloc rachava o chão de obsidiana, mas a fúria coordenada da dupla de alvos guerreiros foi implacável.
Com um golpe final imbuído de luz, o gigante tombou, e as trevas da pirâmide começaram a dissipar.
O Caminho para a Liberdade
Com a vitória garantida pelas forças do bem, nossa missão mudou de face. Agora, sob o olhar atento de Milo e a liderança de Andreus, guiamos a longa coluna de refugiados. O destino é Edenia, onde as sombras do deserto finalmente darão lugar à paz.
1x03 - Luz e Sombras parte 1
A Elfa, o bárbaro, o bardo r o ladrao ganharsn 3xp
O Bardo e o Guerreiro ganharam 2xp pelo resumo
A elfa comprou ofícios 2 e ocultismo 2 (4xp)
O Bardo gastou 6xp para ter vontade 7
Resumo Bardo
O resumo de medieval:
Os viajantes chegaram em Edenia, o reino com duas cidades estados.
Na cidade as pessoas atacavam coisas nos prisioneiros como comida estragada e fezes.
Surgiu um arcebispo que disse para levarem os prisioneiros para o coliseu, os outros falariam com Pelez.
Um cara aleatório também conversou com a elfa, perguntando se ela era uma serva de ângelus.
Eles foram comer enquanto conversavam com o Pontífice Pelez.
Entre os muitos tópicos, Pelez informou que o demônio que os servos tentavam invocar deveria ser Leteia, um dos altos espíritos malignos, ela quem demandava humanas ruivas de olhos azuis como hospedeiras.
O bárbaro disse que haviam muitas ruivas nas terras no povo dele.
Pelez tocou um sininho e trouxeram papel e tinta.
O bárbaro Kaiser escreveu uma carta para mandar para sua terra e Pelez chamou os patrulheiros para levarem ela.
Vendo isso, ele disse que queria ser um membro deles e Pelez diz que ele precisaria fazer um juramento para tal.
O pontífice disse que após a missa eles veriam o julgamento e deu a eles a opção de escolher o destino dos presos como o gladiatorium, se sobrevivessem poderiam sair com vida e só a roupa do corpo.
Ele tocou nas suas pedrinhas dele e um livro mágico se abriu e começou a ser escrito, nele os crimes dos presos eram descritos.
O elfo só disse que ele não conhecia as leis locais e só desejava que eles tivessem um julgamento justo qualquer que fosse a pena ele não se oporia.
A elfa foi falar com o líder dos servos para interroga-los. Lá haviam 10 caras que não cometeram os mesmos crimes dos demais como canibalismo.
Ela negociou com o líder sobre libertar ele. Ele disse que haviam infiltrados em todos os reinos menos Edenia.
Sumo sarcedotes superiores capazes de se transformam em avatares.
Ao conversar com um dos inquisidores sobre os 18 reinos humanos: Alguns reinos, algumas cidades estados, outros povoados, a elfa teve a ideia de criar armas de fogo como os canhões.
Ela queria negociar com os nobres dos reinos sobre isso.
Depois, ela queria saber se teriam elfos naquela cidade, já que ela andando pela cidade ela viu alguns orcs de batina, mas poucos elfos.
Vendo aquilo ela se sentiu motivada para colonizar os orcs e anões que ela considerava incivilizados.
O sacerdote disse para ela antes de ir que eles deveriam ir para a missa onde seriam reunidas as duas cidades estado.
Longe dali. Kael estava bebendo numa guilda.
O líder perguntou o que ele pretendia fazer agora que ele havia entrado.
Ele disse que queria gastar o dinheiro que eles dessem para ele e explorar o mundo.
O cara contou que em Edenia no norte, eles estavam buscando por exploradores para fazer um mapa de locais desconhecidos e ele tinha um barco que levaria até Edenia se ele tivesse interesse.
Seria uma viagem rápida, ele iria junto com os transporte de mantimentos, ele só precisaria pagar 10% para a guilda do lucro dos trabalhos que conseguisse e o aconselhou a tomar cuidado com piratas.
A primeira parada do barco foi uma ilhazinha do arquipélago dos elfos e o capitão pagou por uma escolta dos elfos.
Ele contou dos riscos do encanto dos elfos do mar e o aconselhou a ficar dentro à noite, enquanto o timoneiro ficaria sozinho do lado de fora.
Ele levou uma família para cima um pouco para tomarem ar e depois desceu de novo.
Nessa hora, ele ouviu um barulho, quando subiu novamente havia um tentáculo atacando o cara.
Ele acertou o tentáculo com sua lâmina que soltou o cara preso. Ele decidiu pegar o tentáculo para ver, mas quando se deu por si ele estava com uma faca no pescoço do timoneiro.
Sua mão estava azul e o azul estava se espalhando.
O cara chamou o capitão que trouxe um médico consigo que disse que teria que cortar a mão, sem desistir o capitão chamou a família e disse para rezarem por ele e de alguma forma parece que deu certo temporariamente.
Quando o ladino chegou a cidade de Edenia foi prontamente curar sua mão e viu uma missa para alguns heróis que enfrentaram servos de Luceferius.
Depois dos homenageados beberem o vinho ofertado e descerem do palanque, o pontifice contou sobre os humanos que chegaram de outro plano e muitas outras estórias.
Num lugar a parte, após o fim da cerimônia, o padre disse que estariam procurando um guia para ajudá-los e falou do juramento do bárbaro que se ajoelhou para o pontífice e virou então um patrulheiro.
Kael, o ladino, viu pergaminhos solicitando por um guia num quadro de avisos e aceitou a proposta de emprego.
Eles cobririam os custos da viagem para os outros reinos para avisarem eles dos infiltrados de Luceferius e a primeira parada seria o arquipélago dos elfos.
O cavaleiro perguntou se eles poderiam melhorar os equipamentos deles antes de partirem e assim o fizeram.
O manto da elfa agora absorvia dano letal e seu cajado também dava dano letal.
O arco do elfo precisaria de duas falhas para quebrar, poderia ser usado como escudo e se acertasse como porrete, daria dano letal.
Até as armaduras não limitariam mais os movimentos.
O elfo antes de partir foi atrás das ruivas da cidade para avisar a elas dos riscos a espreita.
A primeira ruiva, era uma freira treinando para ser clériga de Angelus.
Ela se dizia segura ali e não considerava o risco.
A segunda estava numa taverna, cujo dono era um anão. Lá havia também um clérigo orc.
A ruiva da taverna, que se apresentou como Isabella seguiu para os fundos para conversar em separado com o elfo e sua aprendiz e rolou um clima entre eles o que deixou a aprendiz desconfortável, mas mesmo assim Isabella ficou por lá.
No navio Edeniano o Capitão Mestre templário Ien disse que a viagem demoraria 3 dias, porém, com o auxílio da magia do cavaleiro virou 1 só, com eles chegando em seu objetivo na manhã seguinte.
No porto éfico, eles foram recebidos pelo Oficial Etimon.
Enquanto os Edenianos se organizavam a elfa Auriale pediu ajuda para ajudar a encontrar detalhes da sua família e entregou um pedaço de tecido que o cavaleiro reconheceu como sendo de um clã pequeno que vivia fora do arquipélago chamado de Madeira cinzenta.
Eles foram até a biblioteca real onde haviam registros oficiais e o elfo pode descobrir que pelo decreto do conselho a essa família foi dado o título de: Os queimados.
Eles seriam elfos da floresta que conviviam com humanos selvagens e a eles foi ordenado um purgo por ordem do Barão Decarr, cujo território ficaria perto da floresta onde encontraram os guerreiros livres.
Barão Decarr, do escudo do carvalho, um parente distante da mesma casa do cavaleiro.
Reunião com conselho
O elfo requisitou uma audiência com o Conselho que os recebeu no dia seguinte.
Eles contaram o que havia acontecido em Edenia e mostraram através de magia os acontecimentos da pirâmide.
Quando contaram sobre os infiltrados os elfos pareceram duvidar de que pudesse haver algum lá, mas deram tempo a eles e autoridade ao cavaleiro para que realizassem suas investigações.
Quando os humanos saíram os dois elfos contaram sobre a estória da Madeira Cinzenta e o Conselhou contou que eles eram elfos que se utilizavam de magia para ter filhos com humanos e cultuavam Ângelus no território deles.
Para os sobreviventes foi permitido ter suas memórias apagadas para não serem mortos.
Enfim, eles concordaram em olhar mais sobre o assunto e retornar do dia seguinte caso houvessem parentes da elfa que eles pudessem indicar para que ela se reaproximasse.
2 pontos de renome nos 2 principais para todos
Resumo Guerreiro
Nessa aventura, nós seguimos os cavaleiros de Edênia — ou, como muitos os chamam, os Edenianos — cavaleiros muito honrados, e foi uma honra indescritível para mim, Andreas Kaiser, cavalgar ao lado deles.
Ao chegarmos a Edênia, fomos conduzidos até o Sumo Pontífice, que me concedeu um privilégio raro: a honra de me tornar Guardião da Costa do Lagarto. Essa costa é composta por três cidades — Silva, Souza e Santos — às quais agora protejo com fé, disciplina e vigilância.
Dentro do grupo, uma clériga tentou discernir sinais de influência demoníaca entre os presentes.
Entre tantos rostos e vozes, ela só conseguiu identificar algo perturbador: um seguidor de Lúcifernus.
A conversa que se seguiu foi amarga e nada agradável. Percebemos, com inquietação, que os adoradores desse Deus não traziam nada além de caos, dor e ruína.
O Sumo Pontífice, então, reuniu-nos com seriedade e urgência. Ordenou que continuássemos a informar os vastos reinos da região — ao menos aqueles ligados às grandes raças — pois o ataque seria iminente. As palavras dele não deixavam espaço para dúvidas: a destruição chegaria em breve.
Foi nesse momento que surgiu a notícia da introdução de um novo personagem ao grupo.
Meu personagem ainda não havia tido contato com ele, mas entendemos que ele está a caminho, vindo ao nosso encontro com algum propósito que ainda não compreendemos completamente.
E enquanto a ameaça se aproximava, Andreas Kaiser se destacou como o que sempre foi: um herói piedoso e misericordioso, que cuida dos amigos mesmo sob pressão, ajudando-os em batalha com firmeza e coragem.
Ele odeia a morte — não como um medo, mas como uma certeza amarga e injusta — e por isso luta ainda com mais força, como quem promete que ninguém ao seu lado será deixado para trás.
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Marcelo ganhou 1xp
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